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Criando um repositório local no RHEL5 (Red Hat Enterprise Linux)

Para quem não está habituado ao ambiente corporativo, muitos detalhes das versões “Enterprise” de distribuições Linux podem passar batidos.
Daí, o cara, na madrugada, no meio daquela instalação/manutenção, pode ficar na mão por ter esquecido de marcar um pacote a ser instalado lá nas opções de instalação.
Nesse post, vou tratar especificamente do RHEL (Red Hat Enterpise Linux).

No ato da instalação, para que o usuário possa usufruir do que comprou – que é o suporte técnico e atualizações e não os discos com a distro em si – ele deve entrar com o “Installation Number” ou “Subscription Number“. Dessa forma, você estará registrado na “RHN” e estará apto a baixar e instalar pacotes e atualizações.

Mas, vamos ao objetivo desse post.
A pergunta é: “Como usufruir da resolução de dependências do YUM sem ter um repositório ativo?”
Caso contrário, você terá que baixar vários pacotes rpm, buscando sua dependências manualmente.
Partindo do princípio que os pacotes que você deseja instalar estão no repositório e estão no DVD de instalação, ou seja, poderiam ter sido selecionados no ato da instalação, tudo o que você precisa fazer é criar um repositório local, com todos os pacotes desse DVD.

Vamos lá.
Você precisará de acesso a internet apenas para baixar um pacote necessário para a criação do repositório, cujas dependências são básicas e na maioria das vezes já estão instalados “basicamente”.
Nesse link, você deve marcar a opção com a versão do seu Red Hat e em seguida preencher o campo do nome de pacote com “createrepo”, assim como na figura abaixo:

RPM Search

Baixando createrepo

Nos resultados, optar pelo pacote correto (atentar para versões 32 e 64bits).
Com o pacote já baixado, um #rpm -ivh <nome_do_pacote>.rpm basta.

O próximo passo é copiar todos os pacotes contidos no DVD de instalação do Red Hat para o seu servidor.
Não entrarei em detalhes de como montar uma unidade de DVD aqui, pois considero que o “público” foco desse artigo já é capaz de realizar tais tarefas sem grandes problemas.
Considerando que o disco está montado em /mnt/rhel e o destino é /root/pacotes:

#cp -Rf /mnt/rhel/Server/* /root/pacotes

Após a conclusão da cópia, partiremos para criar a estrutura do repositório, com o createrepo:

# createrepo /root/pacotes

Aguarde, o processo pode demorar um pouco.
Com o repositório já criado, basta agora criarmos o arquivo de configuração para o Yum:

Crie um arquivo em /etc/yum.repos.d com um nome qualquer.
Ex: /etc/yum.repos.d/local.repo
O conteúdo do arquivo será:

[Local]
name=Local
baseurl=file:///root/pacotes/
enabled=1
gpgchk=no

Salve o arquivo, execute um #yum update para atualizar e pronto.

A partir daí, você conseguirá utilizar todos os recursos do Yum para instalar todo e qualquer pacote que venha do DVD de instalação do RHEL.

Qualquer dúvida, comentário ou correção, podem enviar pelos comentários.

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Load Cycle Count no Ubuntu Karmic Koala (9.10)

12/01/2010 3 comentários

Não sei quantas pessoas aqui conhecem essa “falha”, que não afeta somente o Ubuntu, mas, TODAS as distros que eu conheço, para não dizer todas.
Para quem não sabe, Load Cycle Count é o número de vezes que a agulha de leitura dos HD’s é recolhida, geralmente, para economia de energia. Por isso, a “falha” que citarei afeta os notebooks.

Há um tempo atrás, foi descoberto que nos sistemas linux, os HD’s estavam recolhendo a agulha de leitura muito mais do que o necessário. Isso, fatalmente, diminui o tempo de vida dos discos, já que pelo menos eu, considero que a parte mecânica seja o calcanhar de aquiles dos discos rígidos.

Para contornar esse problema, um script no Ubuntu Perfeito (pequeno pacote para customização do Ubuntu), oferece duas opções para contornar essa situação:

1- Diminuir a economia de energia, o que diminuirá os danos;
2- Desativar a economia de energia, o que eliminará esse problema, mas, muitos dizem que fará com que a temperatura do disco aumente.

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Linux Terminal Server Project

Hoje, um estimado amigo me perguntou se eu conhecia o LTSP (Linux Terminal Server Project), como realmente não conhecia, fiz o que qual quer um teria feito, pesquisei no Google!

Enquanto ele montava a estrutura no note dele, li algumas coisas sobre o assunto.

O sistema operacional usado foi o Ubuntu 9.04 (32 bits)

Depois de uma breve discussão de como deveria ficar a rede para o funcionamento da LTSP começaram os trabalhos.

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